sábado, 27 de fevereiro de 2010

Um alerta com relação ao xixi do gato


Alerta: Xixi fora do lugar é sinal de risco para os gatinhos!
O problema é um dos maiores causadores de abandono dos felinos. Se você está sofrendo com isso, saiba o que fazer para ajudar o seu bichano.

“Você abandonaria seu filho porque ele faz xixi na cama? Não. Você usaria sua paciência e amor para ensinar o correto à criança. O mesmo deve ser feito com o gato.”
(Daniela Xavier, voluntária da ONG Adote um Gatinho. Hoje cuida de 10, além dos quatro de estimação).


Estudos internacionais mostram que as principais justificativas para o abandono dos felinos são: problemas na interação com outros pets, agressão contra pessoas, comportamento destrutivo, mas o grande campeão é o xixi em lugar errado - o assunto é tão importante que virou tese de doutorado da médica veterinária e especialista em comportamento animal, Dra. Daniela Ramos (*).

“Essa é a queixa comportamental mais comum entre os proprietários de gatos, que infelizmente chega a ser inaceitável para muitas famílias. Em um levantamento feito em um abrigo dos EUA, 43% dos mais de mil proprietários que haviam entregado seus gatos, apontaram problemas de eliminação como uma das razões para o abandono.”, aponta a especialista.

Realmente não é nada agradável abrir a porta de casa e encontrar tudo sujo, mas a situação não justifica o abandono. Antes de encarar o gato como vilão, anormal ou mal educado, tenha em mente que este animal pode estar sofrendo de estresse ou até mesmo de um problema urinário.

Um bichano que sente dor durante a micção, pode passar a evitar os locais onde sentiu o desconforto, como a caixa sanitária. Já a marcação do território com fezes ou urina é uma maneira dos gatos estressados se sentirem mais confiantes num ambiente perturbador (mudança de casa ou conflito com outro gato).

É importante procurar um médico veterinário, e caso seja necessário ele indicará um especialista em comportamento animal. O profissional avaliará o bichano como um todo, o temperamento, relacionamento familiar e o ambiente onde vive. Em muitos casos o uso de medicamentos e feromônios sintéticos, são aliados importantes.

Confira as principais dicas que a Dra. Daniela separou para os felinos que teimam em fazer xixi fora do lugar:


Torne a caixa sanitária atrativa. Espalhe algumas delas por locais diferentes da casa. Opte por locais tranqüilos, evite colocá-las próximo a objetos barulhentos (ex: ao lado da maquina de lavar roupa) ou em locais escuros e de difícil acesso. Para casas com vários gatos, o número ideal de caixas é o número de gatos mais um. Se possível, para cada uma das caixas, utilize um substrato (o mais comum é areia higiênica própria para gatos, mas fuja das perfumadas, geralmente elas afastam os felinos) diferente para depósito de urina e fezes. Pode-se, inclusive, deixar uma das caixas vazia.

Limpe as caixas sanitárias religiosamente. Muitos gatos se recusam a utilizar locais sujos. Diariamente recolha a sujeira e sempre que possível (pelo menos uma vez por semana) faça sua lavagem total. Evite utilizar perfumes ou quaisquer outros produtos desodorizantes, principalmente aqueles à base de amônia ou similares, pois eles podem espantar o gato!
Quanto às marcas de urina (ou fezes) espalhadas pela casa, procure limpá-las com produto que retire todo o odor (limpador biológico ou enzimático). Isso pode impedir que o gato retorne ao local para mais uma esguichada.

Evite broncas e recompense quando encontrá-lo eliminando adequadamente. Gatos são extremamente sensíveis a qualquer tipo de bronca. Portanto, caso você o pegue em pleno ato de eliminar em local errado, você poderá puni-lo lançando próximo a ele um objeto que faça barulho (um molho de chaves ou uma latinha com moedas). É fundamental que o gato não perceba que foi você quem lhe deu o susto! E sempre que você presenciar a cena correta (o gato utilizando a caixa sanitária) elogie o bichano e ofereça um petisco dos mais gostosos.

Elimine os fatores de estresse. Tente identificar possíveis elementos provocadores de estresse no seu gato (ex: conflito com outros gatos, excesso de punições e/ou mau relacionamento com alguma pessoa da casa, falecimento de um companheiro (humano ou gato), mudança de casa, mudança na rotina do dono, chegada de um novo morador a casa (humano ou gato, etc.). É fundamental que tais condições sejam relatadas ao veterinário comportamentalista, que irá recomendar medidas visando a adaptação do gato a cada uma delas.

Dicas da Dra. Daniela Ramos – Especialista em Comportamento Animal.

Fonte da Pesquisa: Arca Brasil


Os motivos para o gato urinar longe da caixinha:

Uma das vantagens atribuídas aos gatos em relação aos cães é que os felinos urinam nas caixinhas e não precisam ser levados para passear. Mas o que fazer quando os bichos decidem fazer as “necessidades” em qualquer lugar da casa, exceto no recipiente indicado?

Primeiramente, o dono deve descobrir a causa, que, de acordo com a veterinária Heloísa Justen, pode ser patológica (doenças), sexual ou por ansiedade. No caso de doenças do trato urinário inferior, as mais comuns são a cistite e a infecção bacteriana, que aumentam a produção de urina e são facilmente combatidas com medicação.

— Existe também a cistite por estresse. Por uma causa psicológica, a produção da camada de proteína que envolve a bexiga é reduzida, levando a acidez da urina a lesionar a área. Isso causa ardência e dores, e o xixi fica pingando em vários locais da casa — explica Heloísa.

Já nos casos sexuais, se estiver enamorado, o gato também pode urinar pela casa para marcar território.

— É como se quisesse deixar seu perfume para a fêmea perceber — diz a veterinária. — Nesse caso, o indicado é castrar o animal.

O mais frequente, no entanto, é o gato urinar pela casa para fazer marcações territoriais por estresse. Por qualquer motivo — seja não gostar do local onde está a caixinha ou uma sujeira —, eles rejeitam o recipiente. Nesse caso, a veterinária dá uma dica:

— Nas pet shops, já há um spray à base de feromônios que melhora a receptividade do animal ao ambiente.

Fonte da pesquisa: Extra online

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Por isso antes de se irritar com o bichano e o colocar para fora de casa, mostre o que você o ama e descubra, como um bom dono que seja, o que o seu gato tem. É claro que o mijo de gato(*principalmente se ele não for castrado), tem um odor nada agradável, mas já pensou se você tivesse algum problema e não pudesse se comunicar com ninguém à respeito, seria legal te colocarem para fora de seu habitat por causa disso?? E como diz a doutora Daniela, você colocaria para fora de casa seu filho só porque ele cagou e mijou nas calças, ou na cama, ou no chão???

Pensem nisto!!!

Até a próxima postagem!!!

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Animais que se destacam na telinha

Bom, estava procurando pela net um assunto para postar no meu blog...aí encontrei esse, que a princípio não era o assunto que eu queria, mas fui lendo e achei interessante...é quase o que eu procurava...procurava pelo tema: "Celebridades que apoiam a causa animal"..mas irei procurar melhor e será o assunto do próximo post...
Então vamos curtir um pouco do assunto e quem sabe eu não inscrevo meu gato ou cachorro para a próxima novela...kkkkkkkkkkkkkk

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Animais ganharam destaque em várias novelas:

Os animais estão em alta nas novelas. Recentemente vimos o ator Marcos Pasquim contracenar com um chimpanzé e Tony Ramos com uma vaca.
Mas não é de hoje que os bichos andam roubando a cena nas novelas. Se formos resgatar na memória, iremos lembrar de vários animais não tão comuns no dia-a-dia roubando a cena em novelas. Vejamos alguns desses animais que roubaram a cena:

Fernanda Souza e a pata Doralice, que teve até casamento em "Alma Gêmea". Marcello Novaes e Drica Moraes com a vaca Estrela


Jatobá, o deficiente visual vivido por Marcos Frota em “América” (2005), de Glória Perez, estava sempre com seu cão-guia, o labrador Quartz. Na mesma novela, o touro Bandido era temido pelos peões, exceto pelo protagonista Tião (Murilo Benício), que chegava até a conversar em pensamento com o bicho.


Vivianne Pasmanter teve o luxo de não ficar longe de seu animal de estimação enquanto trabalhava. A atriz contracenou com sua própria cadela, Ayline, em “Páginas da Vida” (2006), de Manoel Carlos. Já em Belíssima, escrita por Silvio de Abreu entre 2005 e 2006, o mascote do turco Murat (Lima Duarte) era o gato Mustafá, que vivia em seu colo, recebendo carinho.


Giovanna Antonelli fazia muito carinho em Bibi, cão de estimação de Dante (Reynaldo Gianecchini), em “Sete Pecados” (2007), outra história de Walcyr. Seu nome na vida real é Flanelinha. E os cachorros parecem ser mesmo os melhores amigos do homem. Em “A Favorita”, Zé Bob (Carmo Dalla Vecchia) ficou arrasado quando Flora (Patrícia Pillar) envenenou Vilma, cadela com quem ele dividia o apartamento.

Voltando um pouco mais no tempo, Osmar Prado teve uma interpretação marcante como o simplório Tião Galinha de “Renascer” (1993). O catador de caranguejo da novela de Benedito Ruy Barbosa rendeu-lhe o prêmio de melhor ator coadjuvante de 1993, concedido pela Associação Paulista de Críticos de Artes (APCA).




Em 1996, houve até uma novela cujos animais davam nome: "Vira Lata", de Carlos Lombardi. Murilo Benício era o atrapalhado Bráulio Vianna e Andréa Beltrão, a mulher dele, Helena. Os dois viviam em uma casa com vários cachorros. Ao todo, 18 cães se revezavam no estúdio, número que foi diminuindo para seis no decorrer da trama. A última cena de cada capítulo era “lambida” pelo cachorro. Na abertura, um cão feito de jornais andava pelas ruas.

Fonte: Revista Quem
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Atualmente quem rouba a cena na novela Cama de Gato é um gato. Quem sabe não será meu gato que estará na próxima novela. Apesar de eu não ser noveleira(*prefiro assistir seriados), acho interessante a atuação de animais, acho que isso serve pra chamar a atenção das pessoas para a causa animal.
E o que eu pude observar que não é só em novelas que eles se destacam.
Em a Fazenda, reality show da rede record, os animais é que roubavam a cena, e de uma forma de outra mostrava ao público como cuidar de diversos tipos de animais além de gatos e cachorros. Eu adorava ver aquele povinho famoso, que participou do reality, se atrapalhando na hora de cuidar dos bichos, pois eles não estavam nem um pouco acostumados a cuidar de ovelhas, vacas, galinhas, avestruzes entre outros. Se eu fosse participar de um reality desses eu ia adorar a parte de cuidar dos animais.

Por hoje é só...até a próxima postagem...

domingo, 14 de fevereiro de 2010

Animais ajudam em recuperação de pessoas doentes

Vocês já ouviram falar em Zooterapia?

Acredito que muitos irão dizer que não, eu mesma, até pouco tempo não sabia do que se tratava.
Não sabia que usar animais para tratar pessoas com diversos tipos de doenças era praticado em diversos países e inclusive aqui no Brasil. Sabendo disso, meu amor incondicional por eles só aumentam.
Vejam o vídeo de uma reportagem sobre uma sociedade protetora de animais da Espanha que utiliza dessa técnica:

video


Zooterapia

De um modo geral, Zooterapia significa terapia realizada com a presença de animais. Essa técnica pode se valer tanto de espécimes vivos quanto mortos ou partes destes como penas, peles, chifres, carapaças e etc.
Essa técnica data do século 18, quando começou a ser utilizada na Inglaterra, no Retiro de York, onde uma instituição mantinha animais em seus pátios em que os pacientes passeavam.
Mais recentemente, na década de 1960, o psicólogo norte-americano Boris M. Levinson trouxe para a ciência e a prática a riqueza do potencial terapêutico da relação entre pessoas e animais. No Brasil a pioneira com trabalhos zooterapêuticos foi a psiquiatra Nise da Silveira, na década de 1950.
A zooterapia não se restringe a uma faixa etária específica e pode ser utilizada no tratamento de inúmeras doenças, tanto psicológicas quanto físicas. Essa experiência vem dando resultados satisfatórios e encorajadores, conferindo uma condição de transformar-se em extensão universitária, em função dos níveis de pesquisa, educação e participação comunitária, e vem tomando a dianteira em um campo de pesquisa que engloba profissionais da área de saúde e educação.
De um modo geral no Brasil, os trabalhos desenvolvidos ainda se restringem ao uso de canídeos e eqüídeos, entretanto isso não significa a exclusão do potencial de utilização dos demais animais, inclusive espécies da fauna silvestre, para tal finalidade.
Algumas técnicas utilizadas em tratamentos zooterapêuticos estimulam o contato de pessoas com animais e assim aguçam a percepção da consciência dos pacientes, até mesmo a afetiva.
Das técnicas utilizadas tomam destaque algumas que serão citadas abaixo. EAA - Educação Assistida Por Animais: São atividades no contexto escolar, cujo instrumento é o contato dos alunos com cães para promover a aprendizagem estimulando o desenvolvimento dos alunos. TAA – Terapia Assistida Por Animais: Atendimento em psicologia para crianças adolescentes com deficiência, uma intervenção com objetivos definidos na qual um animal que obedece a critérios específicos é parte do tratamento. Esta técnica é uma alternativa, já que, com o passar do tempo, as sessões de fisioterapia, fonoaudiologia, psicologia e terapia ocupacional muitas vezes provocam o desinteresse do paciente devido sua natureza repetitiva. AAA – Atividade Assistida Por Animais
: Interação entre paciente e cães treinados, modificando a rotina e introduzindo novos elementos.
As técnicas empregadas variam de acordo com o ambiente em que serão realizados os tratamentos e com o objetivo de cada tratamento. Nos casos de visitas à pacientes hospitalizados são utilizados animais de pequeno porte como peixes e tartarugas em aquários, cães, coelhos e etc.Nessas visitas os animais são levados e acompanhados durante toda a sessão por profissionais especializados. Em outros casos os pacientes são levados a lugares como zoológicos ou aquários, onde possam ter contato com os animais, mesmo a certa distância, mas de forma a estabelecer o contato auditivo, visual ou mesmo olfativo, buscando estimular os sentidos dos pacientes e provocar-lhes reações positivas. Podem ainda ser realizadas sessões terapêuticas em asilos, escolas, casas de repouso, museus de zoologia, parques e etc.
Uma só técnica, se bem empregada, pode fazer surtir resultados positivos nos tratamentos, como em eqüideoterapia, que por si só tem efeito fisioterapêutico, pela ação que os movimentos do animal tem no corpo do cavaleiro.
Existem ainda casos onde o paciente não pode ter contato com o animal vivo, então aí se aplica a utilização de partes do animal penas, cornos, garras, pelagem, carapaças ou até mesmo animais empalhados, buscando promover no paciente estímulo ao toque para despertar sua sensibilidade tátil ou até mesmo reações psicológicas e emocionais como lembranças.
O público mais assistido pelos tratamentos zooterapêuticos é ainda formado por crianças e idosos portadores ou não de necessidades especiais e os profissionais mais envolvidos são fisoterapêutas, fonoaudiólogos, psicólogos, pedagogos juntamente com veterinários e adestradores.
Os animais chamados de co-terapêutas, empregados no tratamento devem apresentar algumas particularidades para que possibilitem, juntamente com os profissionais, um resultado satisfatório. Em se tratando de cães e cavalos não existem prerrogativas quanto às raças que podes ser empregadas, tendo em vista que todas as raças possuem seu potencial para esse tipo de trabalho. Mas devemos ter consciência de que alguns requisitos são necessários como: o animal deve ser muito sociável, ter interesse pelas pessoas, não ser agressivo, não ser medroso, não reagir a dor (mesmo que causada acidentalmente ou propositalmente). Em suma o animal deve ser calmo, tolerante, amigável e interessado para obter êxito em sua parte do trabalho.
Os benefícios obtidos vão desde a melhoria do equilíbrio e da coordenação motora, recuperação da funcionalidade de membros à novas formas de socialização, elevação da autoconfiança e da auto-estima, melhora no aprendizado, controle da ansiedade e recuperação de memória.
Como nas terapias convencionais, na zooterapia, os resultados dependem de uma série de fatores, que envolvem o profissional, o paciente e os acompanhantes ou responsáveis, com a inserção de um novo vértice que é representado pelo animal co-terapêuta, que conformará uma tríade (animal co-terapêuta x paciente x profissional).



INATAA

O INATAA é um expoente na realização de diversas atividades relacionadas a AAA/EAA/TAA com cães, através da colaboração de voluntários e seus cães, voluntários sem cão e profissionais, atendendo a diversas instituições como casas asilares, hospitais, nas áreas de psicologia, fisioterapia, fonoaudiologia, equipe multidisciplinar, visitas e cursos de formação, visando a interação Homem-Animal.

coneçam mais do trabalho do INATAA acessando o site: http://www.inataa.org.br

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Isso é mais uma prova da importância que os animais têm. Por isso eles merecem pelo menos o nosso respeito!!!



Até o próximo post!!!


sábado, 6 de fevereiro de 2010

Animais domésticos vítimas de veneno de rato



É comum animais domésticos como cães e gatos serem vítimas de veneno usado para matar ratos( as pragas urbanas). Na verdade o percentual maior atinge os gatos, e é muito comum ver o produto ser vendido livremente pelas ruas da cidade como os camelôs dizendo em alto e bom som: "Veneno para matar ratazanas e gatos". A comercialização de veneno pra rato é proibida por lei mas a comercialização ilegal consegue vender porque não há uma fiscalização das autoridades responsáveis para isso. Muitas das vezes pessoas que adiquirem esse produto não o querem com a intenção de matar os ratos, mas com a intenção de matar os animais domésticos mesmo. Isso ocorre geralmente entre vizinhos. É comum os vizinhos terem implicância com os animais porque geralmente os animais são um incômodo, tipo se for um cachorro é o latido, se for um gato é o miado infernal que os mesmos produzem quando estão no cio. Então os vizinhos acham que a melhor maneira de se livrar do "incômodo" é matando. Já tive vários animais meus vítimas de vizinhos assim. É claro que há casos em que isso ocorre acidentalmente. E é por isso que vou falar nesse post sobre um veneno de rato popularmente conhecido como "chumbinho" e tentar conscientizar as pessoas de não usarem esse produto, pois existem outras maneiras de eliminar pragas urbanas se for o caso.

Chumbinho ( rodenticida )

É um produto clandestino, irregularmente utilizado como raticida, tem este nome porque o produto não diluído tem a aparência de pequenas esferas de chumbo. Comercializado com o nome de Temik 150, é produzido pela poderosa multinacional alemã Bayer. Não possui registro na Anvisa, nem em nenhum outro órgão de governo, entretanto sua venda é autorizada em estabelecimentos credenciados, mediante a apresentação da receita emitida por um profissional agrônomo. Na lavoura é usado em plantações na tentativa de eliminação das pragas de lavoura, porém essa substância contamina o solo e o lençol freático.

Apesar disso o produto é vendido livremente em lojas agropecuárias não autorizadas, sem a apresentação de receita e de forma fracionada para uso como raticida e extermínio de animais domésticos, especialmente de cães e gatos.


Ação do chumbinho:


O chumbinho é um veneno bastante potente e de ação rápida, que mata o rato em pouco tempo após a ingestão. Porém, sua eficácia é superficial. Ao perceber que um roedor da colônia ingeriu algo e morreu em seguida, nenhum outro rato se aproxima daquela comida.

Outro problema é a mistura a algum alimento, o que pode atrair animais domésticos e crianças. Segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), entre os anos 2002 e 2006, mais de 500 crianças foram vítimas do chumbinho apenas no estado do Rio de Janeiro.


Vítimas da irregularidade


As intoxicações e mortes ocorrem há décadas e o IDEC ( Instituto de Defesa do Consumidor )de São Paulo, desde 2003 vem pedindo providências à ANVISA.Porém, a venda e o uso indiscriminados continuam fazendo inúmeras vítimas.Segundo ambientalistas, é raro flagrar os envenenadores de cães e gatos, quase sempre moradores ou comerciantes da região onde cometem este outro crime, o de maus-tratos aos animais (Lei Federal 9065/98, artigo 32). Agem alegando o "incômodo" causado pelos cães ou para evitar ataques de gatos a pássaros engaiolados, animais da fauna silvestre, estes muitas vezes mantidos de forma ilegal. "O envenenamento por "chumbinho é uma das principais crueldades perpetradas contra cães e gatos e intoxica muitos humanos também( só lembrar o caso da mãe que matou seus filhos colocando chumbinho no leite deles e outros e outros casos).

Emergencialmente, a forma mais eficaz de combater esta ilegalidade é fiscalizar as agropecuárias e punir severamente os criminosos, que ironicamente vivem às custas dos animais. Inclusive com o fechamento de seus estabelecimentos. Porém, a fiscalização tem se mostrado muito deficiente. As autoridades alegam dificuldades para flagrar estes comerciantes inescrupulosos, mas qualquer cidadão compra facilmente o produto", denunciam os ativistas.


Como proceder caso seu animal tenha sido vítima de morte por envenenamento:



Ao encontrar um animal morto com suspeita de envenenamento, recomenda-se ao dono do animal que registre o fato através de fotografias e leve o corpo e os restos do alimento suspeito de conter veneno para um veterinário, que poderá encaminhar o caso a um órgão competente para fazer a necrópsia e emissão de um laudo oficial da causa da morte. Com o material em mãos, é possível registrar um Boletim de Ocorrência na Delegacia. A partir daí, a polícia fica encarregada de verificar os fatos e identificar os culpados, aplicando as punições previstas na lei.


De que forma poderei me livrar do incômodo dos ratos sem prejudicar outros?


A melhor forma de controle de ratos é prevenir o seu aparecimento. É mais fácil e barato do que se livrar deles depois que o ambiente estiver infestado Dentro de casa, movem-se de um lugar para outro chegando a andar pelas tubulações. Todos os potenciais pontos de acesso devem ser inspecionados e selados.

Os ratos são atraídos por alimentos como cereais, pães, biscoitos, grãos, queijos, e até mesmo ração para gatos ou cachorros. Alguns cuidados ajudam a evitar o seu aparecimento.

Agora se os ratos já rondam pela sua casa, conheça nesse caso o veneno ecológico feito a partir do trituramento do feijão cru. Mais informações à respeito cliquem no link:http://noticias.ambientebrasil.com.br/noticia/?id=39925


DENUNCIE!!!


Em caso de venda ilegal de chumbinho, faça a sua parte: denuncie aos órgãos de defesa do consumidor (151 - PROCON) e vigilância sanitária do município telefone 166.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Gatos pretos - O preconceito



Toda vez que se vê um gato preto logo vem a mente os ditos populares de que ele é um ser agorento, que não faz bem cruzar com um pela manhã ao sair de casa, que é mau presságio ele atravessar sua frente correndo, que se for uma sexta feira(*que não a 13)e o gato preto cruzar seu caminho alguém conhecido pode morrer e tantas outros credos acerca disso.
Por isso, eu como protetora dos animais sem exceção de cor ou raça, vim aqui através desse post explicar que essas crendices populares não passam de mitos contados por nossos antepassados e que foram se sucedendo ao longo dos anos.
Não tenham medo dos felinos negros e eu vou explicar-lhes o porquê...

Crenças populares

Na Pérsia antiga havia a crença de que quando se maltratava um gato preto, corria-se o risco de estar maltratando um espírito amigo, criado especialmente para fazer companhia ao homem durante sua passagem na Terra. Desse modo, ao prejudicar um gato preto, o homem estaria atingindo a si mesmo.
Mas foi na Idade Média que surgiu a superstição de que os gatos de cor preta davam azar. Acreditava-se que os felinos, devido a seus hábitos noturnos, tinham relações com seres do mau e, se o gato era da cor negra, era considerado diabólico, uma vez que essa cor era associada às trevas e à magia negra. Assim, na cultura medieval, os gatos pretos tornaram-se intrínsecos à mítica figura das feiticeiras.
No século XV, o papa Inocêncio VIII chegou a incluir os gatos pretos na lista de seres hereges perseguidos pela Inquisição. Assim, esses gatos foram injustamente acusados de estarem associados a maus espíritos e foram, por isso, queimados juntamente com as pessoas acusadas de bruxaria. A perseguição à esses animais atingiu seu auge no século XVI, na Inglaterra, quando misteriosamente registrou-se um súbito aumento da população felina nas ruas das cidades, fato que foi atribuido à ação de feiticeiras. Até hoje ainda existe a idéia de que toda bruxa possui um gato preto de estimação, sendo esse animal associado aos mais diversos tipos de sortilégios. É muito comum ouvir histórias de sorte e azar associadas aos animais dessa cor.
Os gatos pretos foram muito referenciados na cultura popular, sendo frequentemente citado em textos e filmes de suspense e terror. Um conto muito popular tratando desse animal é O Gato Preto de Edgar Allan Poe, onde ele responsabiliza o animal por uma série de acontecimentos sobrenaturais presentes na narração.

As bruxas e os gatos pretos


Os gatos sempre foram associados à Bruxaria e à Magia em todas as crenças populares, especialmente os gatos pretos. Nenhuma representação artística de uma cabana de bruxa dos tempos antigos poderia estar completa sem um gato por perto. A verdade é que toda raça felina tem um certo ar de mistério que lhes confere magia e estranhamento.
Desde o Egito, até Roma e o Norte europeu, eles aparecem como criaturas mágicas. Durante os julgamentos das bruxas no século XVII, era comum a acusação de que elas se transformavam em gatos. Os gatos pretos sempre possuíram um simbolismo ligado ao oculto e frequentemente eram tidos como guardiões ou espíritos familiares das bruxas. A grande verdade é que muitas delas deveriam acolher os felinos que perambulavam pelas ruas, dando-lhes abrigo e comida, e por esse motivo passaram a ser associadas a eles nos manuais de acusações.
As bruxas frequentemente eram acusadas de transformarem-se com o propósito de molestar as pessoas, ou para correrem sem alarde durante a noite, enquanto faziam algo misterioso.


O "poder" da Igreja

Ora, a Igreja Católica(*isso na época da inquisição era mais forte) sempre foi perita em chamar de demônios tudo aquilo que não era particularmente cristão. Com as bruxas e os gatos não foi diferente. E, assim, foi-se criando um senso comum a respeito dos gatos e sua ligação com o “demônio”, o que não passa de uma ideia absurda.
Uma das estórias era que o demônio aparecia nos sabás das bruxas na forma de um enorme gato preto. Talvez a Igreja tenha lhe dado essa atribuição em função do antigo culto de veneração aos gatos no Egito Antigo. Além disso, diversos deuses pagãos tinham formas de animais. Chamar tudo de demônio era a solução ideal para afastar os pagãos.
O poder da Igreja Católica na manipulação do imaginário popular foi tamanho, que até hoje há pessoas que temem quando um gato preto atravessa seu caminho, por exemplo, mesmo sem saber toda a história por trás disso.
Por isso o preconceito perpassa de geração por geração.



Os gatos pretos na sexta feira 13


Por serem relacionados à bruxaria e supertições é comum gatos pretos serem vítimas de abusivas agressões, como retiradas de sua pelagem para se fazer um ritual ou até mesmo o próprio sacrifício em sexta feira 13.
Por isso que o CCZSP adotou uma medida que proíbe a adoção de gatos pretos na proximidade dessa data para tentar evitar ao máximo que eles sofram mau tratos.
É claro que o que não falta são gatos pretos de rua e de uma forma ou de outra eles acabam na mercê de pessoas cruéis.


NÃO DEIXE QUE UM GATO PRETO SEJA MAU TRATADO NA SUA PRESENÇA!

Mesmo que você não goste de gatos(*ainda mais se eles forem pretos)não permita que sejam mau tratados, pois eles são seres da criação divina e se viram a esse mundo não foi à toa.

Até o próximo post...